“O futuro não se constrói por inércia nem por reação. Constrói-se com visão, coragem e ação coletiva”. As palavras são da presidente da Fundação Santander Portugal, Inês Rocha de Gouveia, e referem-se ao projeto “Horizontes da Educação” que aquela instituição está a desenvolver.
A iniciativa pretende envolver professores, alunos, representantes de escolas e universidades, decisores públicos, organizações ligadas ao Ensino, fundações, empresas grandes empregadoras e sociedade civil. No passado dia 16, no âmbito do projeto, decorreu na Católica Lisbon School of Business and Economics, uma sessão de trabalho que contou com a presença de Filipe Santos, Dean da escola.
Como escreveu no seu mural do Linkedin, Inês Rocha de Gouveia sublinha a ideia de que “a educação exige coragem para se tomarem decisões de longo prazo, essenciais para construir as infraestruturas sólidas para um futuro cada vez mais complexo e incerto. É exatamente isso que estamos a fazer no Horizontes da Educação - uma chamada para o futuro!”.
No seu entender, “este não é um exercício teórico nem um estudo distante. É um processo vivo de colaboração social, intergeracional e intradisciplinar, onde estamos a desenhar cenários para o futuro da educação em Portugal, com o objetivo claro de transformar essas visões num plano de ação concreto. Prever o futuro não chega. É preciso criar as condições para lá chegar”, conclui.
Para desenvolver este projeto a Fundação Santander Portugal associou-se a um parceiro estratégico, The Long Game, especialista na área e com experiência internacional, que através de uma metodologia que combina Speculative Design, Strategic Foresight e Storytelling, ajudará a traçar uma visão partilhada para a educação do futuro.