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Diretor Fundador: João Ruivo Diretor: João Carrega Ano: XXV

Temos que ser diferentes, ou temos que deixar de o ser?

Finalmente, é reconhecido, publicamente, que temos falhado na formação e actualização permanente dos docentes, ao longo da sua carreira profissional. E continuamos, também, a falhar na formação inicial de professores e de educadores, uma formação essencialmente virada para um saber académico, com escassa prática em trabalho desenvolvido dentro da escola e da sala de aula, ou seja, divorciada dos procedimentos diários da comunidade escolar e dos jovens que a integram.

O Ensino Magazine, a guerra e a paz

No mês de todas as guerras o Ensino Magazine conseguiu viver momentos de profunda paz interior.

Por uma escola autónoma e reflexiva

Para se defender um maior grau de igualdade, de liberdade e de autonomia na escola, é necessário ter em conta o contexto em que os docentes desempenham a sua actividade profissional, ou seja, perceber o que professores e alunos podem (ou não) fazer, enquanto membros de uma instituição viva e detentora de uma cultura organizacional singular.

Obrigado pelos vinte e quatro anos de pedra e cal.

Manda a tradição que se alinhavem duas ou três palavras nestes números de aniversário, sobretudo quando este é profundamente sentido, motivo de orgulho e de partilha de muitas cumplicidades com os leitores.

Estratégias para uma educação ao longo da vida

A formação da identidade do professor, o sentido da sua profissionalidade, constitui hoje uma das grandes preocupações das associações profissionais dos docentes, dadas as implicações dessa actuação profissional na prática social.

Não há Escola contra a Escola

Para quem é a escola? É para os jovens, as crianças e os pais que todos os dias a procuram; para a população adulta que quer saber mais; para os desajustados que desejam ser reconvertidos; para os arrependidos que cobiçam reiniciar um novo ciclo da sua vida; para os que não tiveram oportunidade (porque a vida também sabe ser madrasta) e agora buscam o alimento do sucesso; para a sociedade e para o Estado que já não sabem (e não podem…) viver sem ela e é também para os professores e educadores que são a alma, o sal e o sangue de que se faz o dia-a-dia dessa grande construção colectiva.

A escola: um referente tribal

A escola é um referente tribal, na verdadeira acepção da palavra: com o seu conselho de seniores educadores, com os seus jovens aprendentes iniciáticos, a sua hierarquia de valores, regras estipuladas, ritos de passagem, cultos e símbolos, cerimónias de integração, regras de exclusão, mecanismos de coacção, deuses e demónios atentos ao menor descuido e ligações tensas com as outras tribos que com ela disputam o mesmo tempo e o mesmo espaço…

Por uma escola de valores

Com o início de mais um ano escolar recomeçam as rotinas académicas, os desafios da aprendizagem, os roteiros da camaradagem, a construção de percursos de vida.

Vêm aí os novos aprendentes

A indiscutível fonte do incremento do ensino superior nos países mais desenvolvidos da Europa e dos Estados Unidos tem-se realizado à custa da admissão de milhares de alunos seniores que aí procuraram uma formação que lhes permita sobreviver na feroz economia do mercado concorrencial, ou que aí regressam para melhorar, ou mesmo reconverter a sua formação de base.

Currículo és, professor serás.

Faz um mês que considerámos, nestas páginas, ser necessário conceber e viabilizar a escola como comunidade educativa, pluridimensional, com características de autonomia nas dimensões curricular, pedagógica e administrativa, gerida com a participação da comunidade escolar e local e em interacção permanente com esta.

Os caminhos do humanismo

Para o bem e para o mal, os sistemas educativos europeus têm cumprido a tarefa de transmitir o saber através de um conjunto de procedimentos e processos, complexos e elaborados, para que os alunos se insiram na cultura do seu país e salvaguardem o seu património cultural, cujo principal suporte é, obviamente, a língua.

Formar professores para amanhã

É consensual que, na próxima década, vamos assistir a uma diminuição acentuada do número de docentes, face ao envelhecimento da classe e à ausência de respostas consistentes na sua renovação.

Não os obriguem a ser mais do que já são

Com o lento passar do tempo e da memória colectiva, geração após geração, os professores ajudaram a elaborar a imagem social de uma profissão de dádiva absoluta e incontestável entrega.

O Pequeno Polegar vai à Escola

Houve um tempo em que o dedo polegar foi abusivamente utilizado para pedir “boleia” na estrada por esse mundo fora. Foi um gesto que se transformaria num dos símbolos dos anos 60 do século passado e das grandes aventuras adolescentes do flower power, e que à época ajudou a transportar toda uma geração para destinos de sonho e de utopia.

Chegou a hora de formar mais docentes

Os professores que resistem e recusam perder a sua profissionalidade, aqueles que estão presentes e aceitam os novos desafios, são muitas vezes olhados como heróis sociais pelo modo como enfrentam o embate das mudanças, das pressões e das críticas injustas, por vezes acumuladas por mais de uma geração.

A pandemia e a escola pública

Temos reafirmado, inúmeras vezes, que Escola Pública é, talvez, a maior conquista educacional da sociedade portuguesa das últimas quatro décadas. Diríamos melhor: a edificação da Escola Pública, em paralelo com a consolidação do Serviço Nacional de Saúde.

Onde está o futuro da Escola?

Está nos jovens, nas crianças e nos pais que todos os dias a procuram; na população adulta que quer saber mais; nos desajustados que desejam ser reconvertidos; nos arrependidos que cobiçam reiniciar um novo ciclo da sua vida; nos que não tiveram oportunidade (porque a vida também sabe ser madrasta) e agora buscam o alimento do sucesso; na sociedade e no Estado que já não sabem (e não podem…) viver sem ela e, sobretudo, pressente-se nos professores e educadores que são a alma, o sal e o sangue de que se faz todos os dias essa grande construção colectiva.

Contradições do discurso pedagógico

A generalidade dos responsáveis pela educação nos países da Comunidade Europeia convergem na crítica a um certo tipo de escola que consideram demasiado racional, super especializada, impregnada de rotinas obsoletas e de estereótipos administrativos.