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Politécnico Marcha pela paz no IPCB

31-03-2026

A Escola Superior de Educação de Castelo Branco, no âmbito das X Jornadas de Serviço Social, realizou a Marcha pela Paz. A iniciativa reuniu, no dia 17 de março, estudantes, docentes e entidades parceiras num forte apelo à promoção da paz, da justiça social e dos direitos humanos.

Durante a marcha, "os participantes sublinharam que a paz vai além da ausência de conflito, implicando compromisso, diálogo, justiça social e cuidado pela vida humana em todas as suas dimensões", refere a nota enviada ao Ensino Magazine pelo Politécnico albicastrense (IPCB).

Na ocasião, a Comissão Diocesana Justiça e Paz destacou que “a paz começa no coração de cada pessoa e expande-se para toda a sociedade”, incentivando à construção de pontes e à superação de divisões. Por sua vez, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reforçou a importância da mobilização cívica e da cooperação como pilares de uma convivência mais justa e solidária.

A Marcha pela Paz integrou a programação das X Jornadas de Serviço Social. O programa contou com contributos de vários profissionais e especialistas da área, nomeadamente Joana Carvalho, investigadora da EAPN Portugal; Marta Vilarinho, assistente social do CRI de Castelo Branco/Covilhã; Graça Neto, assistente social da APCC – Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra; e Maria de Fátima Santos, assistente social e diretora do Departamento de Educação, Cultura e Desenvolvimento Social da Câmara Municipal de Castelo Branco. Durante a caminhada, na Praça do Município, o Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco interveio, apelando à promoção da paz e ao combate ao discurso de ódio, com especial enfoque no que se dissemina através das redes sociais.

A organização destacou ainda a parceria com a EAPN Portugal, presente na exposição “Habitação: Portas para a Inclusão”, bem como a colaboração dos projetos REVUP e ALLIN, do IPCB, fundamentais para a dinamização da iniciativa. A Marcha pela Paz reforçou, assim, o empenho da comunidade académica na promoção da dignidade humana e na construção de uma cultura de paz, reafirmando o papel do Serviço Social como agente ativo na defesa dos direitos humanos, da justiça social e do bem-estar coletivo.

 

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