O Instituto Politécnico de Leiria e a Federação Portuguesa de Atividades Subaquáticas (FPAS) estabeleceram um protocolo, a 29 de dezembro, para criar a Academia Nacional de Atividades Subaquáticas em Peniche. A infraestrutura funcionará em articulação com a ESTM, focando-se na formação e investigação científica no domínio do mergulho. A iniciativa integra-se no ecossistema Smart Ocean e pretende tirar partido da Reserva da Biosfera das Berlengas.
João José, presidente da FPAS, realça que “a criação de uma Academia Nacional de Atividades Subaquáticas no continente e nas regiões autónomas é um passo estratégico para uniformizar a formação, reforçar a segurança, valorizar o meio marinho e afirmar a FPAS como referência nacional na promoção sustentável das atividades subaquáticas”.
Sérgio Leandro, diretor da ESTM, sublinha que este acordo reforça a posição de Peniche como polo de referência nas tecnologias do mar. A academia permitirá o desenvolvimento de competências avançadas em mergulho recreativo e técnico, apoiando a utilização sustentável dos recursos marinhos. O protocolo, com duração inicial de quatro anos, visa capacitar profissionais para os desafios da economia azul através de experimentação em contexto real.