O Ministério da Educação, ciência e Inovação (MECI) está já a preparar uma revisão curricular para o ensino básico. "Sabemos que, como está, o currículo não serve os desígnios dos nossos alunos", refere o ministro da tutela, Fernando Alexandre.
O Presidente da República considera que "há muito caminho a recuperar" na educação em Portugal, referindo os resultados do PISA e alertando para as desigualdades socioeconómicas, e defendeu a valorização do papel dos professores.
A Federação Nacional da Educação (FNE) acaba de enviar ao Governo uma proposta para a criação de um estatuto de apoio à deslocação, que substitua os atuais apoios extraordinários, introduzindo também um novo subsídio para habitação.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação acaba de anunciar o lançamento este mês de uma investigação europeia sobre o “sucesso educativo para todos”, que tem como uma das 11 instituições parceiras a Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC).
O presidente do Júri Nacional de Exames esclareceu, dia 22 de setembro, em comissão parlamentar de Educação e Ciência, na Assembleia da República, que o projeto-piloto permitiu identificar dificuldades operacionais na digitalização dos exames nacionais, mas não revelou falhas na leitura dos códigos QR que viriam a dificultar a classificação na 1.ª fase.
O professor catedrático Carlos Neto defende que as crianças deveriam passar as primeiras semanas de aulas a brincar e lamenta o estado dos recreios, defendendo a criação de um Plano Nacional de Reabilitação dos Espaços Escolares.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação vai juntar, no ano letivo 2027/28, através de um projeto piloto, os 1.º e 2.º ciclos do ensino básico. Parceiros educativos já se manifestaram.
A maioria dos alunos inscritos no primeiro dia da época especial dos exames do ensino secundário faltou à prova, segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação.
Os professores que adiem a aposentação para continuar a ensinar terão uma remuneração extra de 750 euros mensais, mas apenas se não houver docentes que possam garantir essas aulas, segundo o diploma agora publicado.
Dois em cada três crianças e jovens portugueses não concordam com a proibição de levar telemóveis para a escola ou esperam que essa regra não venha a ser aplicada, segundo o relatório da EU Kids Online 2025, a que a Lusa teve acesso.
O Presidente da República, António José Seguro, promulgou, no passado dia 28 de agosto, o diploma que alarga até ao 9.º ano a proibição do uso de ‘smartphones’ nas escolas.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
O Ministério da Educação decidiu manter o calendário letivo de todo o ensino básico, mas garante que os professores do 3.º ciclo ficarão dispensados de classificar os exames nacionais realizados durante a época especial.
O Conselho de Ministros acaba de aprovar um novo modelo de colocação de professores.
As aulas do ensino secundário vão começar uma semana mais tarde, a 21 de setembro, estando ainda a ser estudada uma eventual alteração das aulas dos alunos do 3.º ciclo, revelou o ministro da Educação.
O Governo aprovou novas regras para a educação inclusiva, clarificando o papel dos professores de educação especial, aumentando a participação dos pais e explicitando os percursos curriculares diferenciados sem esquecer as crianças sobredotadas.
A proibição do uso de ‘smartphones’ nas escolas será alargada aos alunos do 7.º ao 9.º anos já no próximo ano letivo, segundo uma alteração ao Estatuto do Aluno.
O ministro da Educação admite que os alunos do ensino secundário poderão começar o próximo ano letivo uma semana mais tarde, garantindo que o calendário dos restantes alunos se irá manter inalterado.