Este website utiliza cookies que facilitam a navegação, o registo e a recolha de dados estatísticos.
A informação armazenada nos cookies é utilizada exclusivamente pelo nosso website. Ao navegar com os cookies ativos consente a sua utilização.

Diretor Fundador: João Ruivo Diretor: João Carrega Ano: XXVIII

Atualidade Tempestade Kristin: CCDR-C cria plataforma para pedidos de apoio ao Estado

05-02-2026

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR-C) acaba de criar uma plataforma on-line para que as vítimas da tempestade Kristin possam solicitar apoios ao Estado português. A comparticipação é de 100% face à despesa elegível nas candidaturas.

A plataforma, que surge uma semana depois da tempestade Kristin ter causado uma forte destruição na zona centro do país - com especial incidência nos distritos de Leiria, Castelo Branco e Santarém - pretende dar resposta às pessoas, empresas e autarquias.

Os apoios podem chegar aos 10 mil euros, sendo divididos em dois escalões: o primeiro para prejuízos até cinco mil euros; e o segundo para prejuízos de cinco mil a 10 mil euros.

Para aceder à Plataforma basta CLICAR AQUI .

As pessoas cujas habitações foram afetadas pelas intempéries ocorridas na região Centro, com especial incidência na tempestade Kristin, podem proceder ao reporte dos prejuízos, CLICANDO AQUI.

De acordo com a CCDR-C, os procedimentos variam consoante a dimensão dos prejuízos.

Segundo a legislação em vigor, a comparticipação pública para cada operação é de 100% da despesa elegível remanescente após dedução de indemnizações de seguro e outros apoios, com o limite global de 10 mil euros por fogo habitacional.

A plataforma disponibiliza também uma declaração de prejuízos agrícolas, com acesso direto AQUI

Recorde-se que doze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

EM com Lusa
Voltar