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Novos originais em agosto A Casa da Lua de Maria Helena 12-07-2021

É uma das vozes que está a cativar o país. “Casa da Lua” e “Levem-me” são os primeiros temas originais. Maria Helena é formada em Comunicação Social. Natural de Monforte, sempre bebeu da cultura espanhola. O flamenco, as sevilhanas e o pasodoble transportam-na para a infância e para a sua essência pura. Respira música desde cedo. O pai tocava saxofone e ensinou-lhe o que é a música. Aos 12 anos aprendeu a tocar guitarra com a mãe. A história de Maria Helena começa agora e em agosto surgirão novos originais. As respostas vieram na volta do email.

“Levem-me” e “Casa da Lua” são dois originais já divulgados. Qual o feedback destes dois trabalhos?
O Feedback foi super positivo. Principalmente no caso do Levem-me, tendo em conta que foi o primeiro, as pessoas apreciaram realmente a voz, a letra e a música. São sempre muito específicas nos elogios. Acho que isso é bom. Que mostra que realmente gostaram.

O último ano tem sido marcado pela pandemia de Covid-19. De alguma forma este facto influenciou a composição dos temas?
Influenciou muito. Eu já estava a trabalhar e a estudar há algum tempo, tinha algumas ideias e algumas canções a surgir. Quando a pandemia começou eu fiquei mais tempo em casa, tinha menos trabalho fora e então consegui finalmente parar, olhar para o que tinha, cantar, tocar, dedicar tempo às minhas musicas e aos meus pensamentos. Por isso, inevitavelmente, surgiram temas, assuntos sobre os quais me apetecia escrever, melodias, ritmos.

Sabemos que está a preparar mais dois originais. Para quando o lançamento?
Eu queria muito que o lançamento fosse em agosto, estou a trabalhar para isso e espero que o Universo conspire a favor.

A aposta continuará a ser cantar em português, ou poderemos vir a ter surpresas em inglês ou castelhano?
Em Inglês é muito pouco provável mas em castelhano certamente que sim. Eu sou muito Influenciada pela cultura espanhola desde sempre. Principalmente no campo das artes e da cultura. A música, a literatura, as artes visuais, a língua em si.
Gosto muito de música espanhola e de cantar em espanhol. Por isso, esse é um desafio que me faço a mim mesma.

Para já os trabalhos têm sido divulgados em plataformas digitais. Para quando um CD? ou a aposta passa mesmo apenas pelo mundo digital?
Eu estou numa fase em que a cada música que eu faço, descubro alguma coisa sobre mim enquanto musico. Estou a descobrir-me a mim e à minha música. Esta partilha “rápida” do que vou fazendo, e o feedback que o digital me pode dar acaba por me ajudar nesse processo. Eu acho que um álbum não é só um conjunto de canções. Acho que num álbum as canções devem relacionar-se de alguma forma. Serem partes de uma coisa só. Eu ainda não estou aí. Por agora quero lançar estes dois singles. São bem diferentes dos primeiros, trazem ritmos diferentes, quero experimentar!

Tem formação superior na área da Comunicação. Nesse seu percurso académico a música também esteve presente?
Eu não aprendi música de forma “oficial”. A primeiras aulas de música que tive foram com o meu pai. Ele tem formação musical e ensinou-me o básico de solfejo. A minha mãe e o meu tio ensinaram-me a tocar guitarra e tive aulas de canto. Estudei muito, pesquisei, procurei sempre saber mais do que já sabia. A música foi sempre presente. Eu fiz o meu percurso académico normal em comunicação social, mas sempre estudei musica como hobbie, como actividade de lazer.
Também estudei teatro e isso ajudou muito no processo criativo e não só. Foi fundamental.

De que forma essa formação influencia a sua música?
Acho que tudo o que eu vivi influência a minha música. Eu escolhi comunicação social porque queria fazer várias coisas profissionalmente. Todas elas tinham em comum a Comunicação. Eu trabalho em produção de televisão e adoro. A televisão deu-me acesso a muita coisa. Aprendi e aprendo muito, para a minha música, na televisão. Descobri todo o mundo da parte técnica do som e da música. Foi a partir daí que comecei a interessar-me pela produção e pela gravação. O facto de ser eu a gravar uma primeira versão, gravar as harmonias, ter essa autonomia, é uma grande mais valia. E é uma área onde quero muito investir e progredir.

Estes são os primeiros passos para uma carreira na área da música?
Espero que sim. O objectivo é sem dúvida continuar. Crescer, aprender, continuar a escrever, a compor e a cantar.
No fundo, o lema é: trabalhar o suficiente para estar sempre pronta para aproveitar as oportunidades que surgirem.

Para quando concertos ao vivo?
Ja tive a oportunidade de estar ao vivo tanto com o Levem-me como com alguns originais que vou lançar. Espero voltar a estar com o lançamento dos próximos dois temas.

 
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