Carlos Cortes afirma que «podemos ter mais 10 ou 20 universidades de Medicina, mas de pouco ou nada serve, se os médicos formados não saírem para o SNS.» O bastonário da Ordem dos Médicos refere que estes profissionais são «muito pressionados para produzirem e mostrarem números», o que lhes retira tempo para a «humanização» do seu trabalho.
Podcast feito pelo jornalista Nuno Dias da Silva.