A Universidade de Leiria e Oeste (ULO) coloca, pela primeira vez, seis investigadores no prestigiado “World’s Top 2% Scientists”, desenvolvido anualmente pela Universidade de Stanford e pela Elsevier, disse ao Ensino Magazine instituição portuguesa. A instituição conta ainda com dois investigadores no ranking Career-Long, que avalia o impacto científico acumulado ao longo da carreira.
Os investigadores da ULO que integram a lista Single-Year 2025 são: Carlos Laranjeira, do ciTechCare – Centro de Inovação em Tecnologias e Cuidados de Saúde, em Enfermagem e Saúde Pública; Marco Lemos, do MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, em Ciências Ambientais e Biologia Marinha; Filipe Rodrigues, do CIDESD – Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano, em Ciências do Desporto; Diogo Monteiro, do CIDESD, em Ciências do Desporto; Diana Pacheco, do CDRSP – Centro para o Desenvolvimento Rápido e Sustentado de Produto, em Química Medicinal e Ótica; e Eleonora Santos, do CARME – Centro de Investigação Aplicada em Gestão e Economia, em Economia e Gestão.
Já na lista Career-Long figuram Carlos Laranjeira, do ciTechCare, e Geoffrey Mitchell, do CDRSP.
Na informação enviada à nossa redação pela ULO é explicado que o estudo "analisa milhões de investigadores de todo o mundo e identifica os 2% mais influentes, com base nas citações e no impacto do seu trabalho científico".
Na mesma nota, a ULO recorda que "depois de, há dois anos, ter integrado pela primeira vez um investigador, agora seis investigadores estão na lista dos 2% com maior impacto científico mundial, reforçando a sua posição neste reconhecido ranking internacional".
Citado na nota de imprensa, Carlos Rabadão, reitor da ULO, sublinha que “este reconhecimento demonstra a capacidade da nossa comunidade científica para produzir conhecimento com impacto e visibilidade no contexto internacional. É um resultado que nos orgulha e que reforça a importância de continuar a investir na investigação, na criação de conhecimento e na sua ligação à sociedade, às empresas e aos territórios”.
Para a elaboração deste estudo foi utilizada uma metodologia baseada "em indicadores bibliométricos relacionados com o número de citações, o número e o impacto dos artigos científicos e métricas como o h-index e o c-score, entre outros. A edição Single-Year 2025 considera o impacto científico registado no ano de 2025, enquanto a lista Career-Long tem em conta o impacto acumulado ao longo da carreira".
O reconhecimento surge num contexto de consolidação e crescimento da atividade científica da ULO, que na última avaliação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), para o período 2025–2029, teve oito unidades de investigação classificadas com Excelente, cinco avaliadas com Muito Bom e duas com Bom.