Imagem e desafios da profissão docenteResumo:
A missão pedagógica
dos professores reveste-se de grande complexidade humana, dada a
responsabilidade antropológica que lhe é inerente. Trata-se,
afinal, de trabalhar com pessoas e numa perspectiva de promover a
sua personalidade e humanidade. A relação entre educador e
educando, que sustenta a experiência educativa, constitui uma
modalidade de encontro humano que, de forma muito particular,
contribui para a realização do projecto antropológico
(Baptista, 1998, pág. 63).
Deste modo, o professor é colocado
face a novos reptos que, para além dos saberes inerentes à
profissão, exigem um conjunto de competências sociais e humanas e
sem as quais se torna inexequível o exercício de uma nova
profissionalidade configurada pelos desafios do Séc. XXI. Na mesma
linha de raciocínio, os professores são convidados a desenvolver e
a liderar um processo de transformação social (Carneiro,
2003, pág. 175).
Autor: Evangelina BonifácioDoutorada em História da Educação.Imagem e desafios da profissão docente (67 Kb)
Montevideo, una ciudad EducadoraResumo:
Tuve la oportunidad de visitar
Uruguay hace algún tiempo, invitado por la Dra. Andrea Díaz Genis
como conferenciante en el congreso internacional que se organizaba
en la Universidad de la República sobre "Educación en el Uruguay",
con la participación de varios centenares de profesores,
educadores, científicos de la educación, procedentes de varios
países del entorno, además de Uruguay (sobre todo Brasil,
Argentina, Chile, Colombia, Paraguay). La estancia se amplió unos
días más en Montevideo, para impartir un seminario específico en la
Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación de la
Universidad de la República.
Autor: José María Hernández DíazProfessor/Doutor da Universidade de Salamanca.Montevideo (106 Kb)
Inclusive Learning Environment for deaf peopleResumo:
O nosso grupo de investigação trabalha na integração das TICs e
Multimédia na área das ciências de educação. Iniciou este projecto
no sentido da inclusão de surdos, na utilização destas tecnologias
e
necessárias metodologias, nomeadamente ensino à distância. Para
isso há que ajustar um conjunto de tecnologias e métodos
pedagógicos a este contexto específico. Considera-se fundamental a
interacção entre o grupo de investigadores e a comunidade surda, a
fim de desenvolver um projecto orientado para o "cliente".
Keywords:Inclusive Learning Environments, e-Learning, Multi-user Virtual environments, ICT for deaf students
Autor: António Reis, Xabier Basogain e Ema MarquesEscuela Técnica Superior de Ingeniería, Universidade Lusíada de Lisboa, Universidade de Évoracisti-2010-ict-inclusion-deaf-v5.pdf (539 Kb)
Início de uma auto-formação continuada – Avaliação de processosResumo:
Na sequência de uma comunicação
apresentada no Seminário Internacional, que teve lugar no passado
dia 29 de Maio, intitulada "Formação Inicial de Professores -
Prática de Ensino Supervisionada; RF/Portfolio - Iniciação de uma
auto-formação continuada", as autoras vimos, agora, dando voz a
três das intervenientes do/no processo então apresentado,
questionar a validade desse mesmo processo.
As vozes em causa trarão a palco vivências ocorridas nos espaços
que configuraram a Prática de Ensino Supervisionada - ESE Jean
Piaget Arcozelo/Canelas; Escola como campo de intervenção através
de novas práticas docentes; Escola como importante elemento na
investigação em educação/Educação Musical. As vivências em causa
são protagonizadas por sujeitos que se assumem com funções
próprias, as quais, se bem que diversificadas, contribuem para uma
mesma realidade - a Prática de Ensino Supervisionada.
Pretendemos, pois, como elemento do Conselho Científico do Mestrado
e como elementos do corpo docente, problematizar e reflectir sobre
os diferentes contributos para o início de uma auto-formação.
Estaremos a tomar consciência da complexidade do processo em si - o
processo da Prática de Ensino supervisionada, das virtudes e das
fragilidades que se evidenciaram em casos concretos vivenciados
para aqui trazidos e perspectivados de diferentes ângulos.
Assumiremos, pois, a reflexão como motor deste simpósio, nas suas
três dimensões - a estratégica, a pragmática e a epistémica,
avançando com proposta(s) de (re)formulações do plano que, neste
primeiro ano do Mestrado em Ensino da Educação Musical, foi traçado
e implementado numa fase iniciática.
Autor: Estela Pinto Ribeiro LamasProfessora da Escola Superior de Educação Jean Piaget/Arcozelo.Simpósio (465 Kb)
A catástrofe iminente e os meios de a conjurar ou Tudo o que sempre quis saber acerca crise económica, mas sempre teve medo de perguntarResumo:
1) A respeito do intróito que fiz
um dia destes a uma partilha de coisas do José Guilherme Gusmão,
intróito esse no qual eu próprio acrescentei que estava/estou
convencido da necessidade de abandonarmos o euro, houve várias
pessoas que entretanto me confessaram a sua surpresa e me pediram
que elaborasse um pouco sobre o assunto. É o que segue.
Sim, é verdade. Quanto ao euro,
acho mesmo que temos de sair. Isso não será panaceia, não será
remédio universal. Depois disso haverá um montão de coisas a fazer.
Mas sair não será "parte do problema", como se diz, antes "parte da
solução". O problema de base é aqui o seguinte: "entrámos" no euro
já reconhecidamente "sobreavaliados". Talvez devesse ter sido a
1-220 ou a 1-240... mas não foi. Foi a 1-200, isto é, com um escudo
sobrestimado. De qualquer dos modos, isso induz perda de
competitividade das nossas exportações (e aumento das importações)
e défices externos repetidos, o que, de forma acumulada, produz
enorme dívida externa: privada, primeiro, e agora também pública,
isto é, "dívida soberana", como dizem.
Autor: João Carlos GraçaProfessor/Doutor do Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa.Euro FB (89 Kb)