BOCAS DO GALINHEIROLembrar Cary Grant
Há um sem número de filmes que
revejo sempre que se me apresenta oportunidade, a maioria das vezes
quando passam na televisão. E, nesse dia, não há nada a fazer.
Desaparece a vontade de mudar de canal e lá fico, colado à pantalha
mágica, a ver uma imagem que já vi vezes sem conta, a ouvir
diálogos que sei de cor e a apreciar actores que me fazem gostar de
cinema. De entre os muitos que enchem o meu imaginário cinéfilo,
trago hoje ao Galinheiro Cary Grant.