A segunda fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior colocou mais nove mil 116 estudantes nas universidades e universidades politécnicas portuguesas. Conheça os números.
O Governo e os sindicatos representativos dos professores e leitores de português no estrangeiro chegaram a acordo sobre o novo Regime do Ensino de Português no Estrangeiro (RJEPE), anunciou, no dia 28 de setembro, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, que tutela a pasta.
O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, defendeu, no dia 28 de setembro, que uma autonomia não se esgota na existência de órgãos de governo próprio, valorizando a capacidade das ilhas para produzir conhecimento e contribuir para decisões nacionais e europeias.
Portugal precisa de recrutar 39 mil professores até ao ano letivo 2034-35, e 20 mil docentes até ao ano 20229/30. Os números foram divulgados pelo relatório anual Education at a Glance 2026, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
A Universidade Politécnica de Coimbra (UPC) propôs à Universidade de Coimbra (UC) a criação de um consórcio entre as duas instituições, após decisão do seu Conselho Geral, foi anunciado a 29 de setembro.
O Conselho Geral da Universidade de Coimbra determinou que não “existem condições de momento” para “qualquer diálogo” de uma eventual integração do Instituto Superior Miguel Torga naquela instituição, foi anunciado a 29 de setembro.
A Federação Nacional de Educação (FNE) considerou, no dia 29 de setembro, à Lusa que o acordo alcançado com o Governo relativo ao novo Regime Jurídico do Ensino de Português no Estrangeiro (RJEPE) é satisfatório e valoriza os profissionais do setor.
As escolas estão à procura de professores para preencher 664 horários, disse, no dia 29 de setembro, o ministro da Educação, explicando que o problema é a escassez de docentes estar concentrada sobretudo na região de Lisboa e afetar o 1.º ciclo.
A PSP registou 4.075 ocorrências no último ano letivo, representando um aumento de 4,6% em relação ao ano letivo anterior, com a maioria dos ilícitos a ocorrer no interior das escolas, revela aquela polícia a 29 de setembro.
O projeto Smilight, desenvolvido por investigadoras da Universidade de Leiria e Oeste (ULO), dá resposta a pessoas com demência através de uma solução tecnológica com atividades terapêuticas personalizadas, que podem ter o apoio da inteligência artificial.
O ensino superior é o nível de escolaridade com maior financiamento público por aluno na maioria dos países da OCDE, mas não em Portugal, onde um universitário custa menos ao Estado do que um estudante do secundário.
Os professores portugueses são os mais insatisfeitos com os salários quando comparados com colegas dos outros países da OCDE, segundo a nova edição do “Education at a Glance 2026”.
A formação superior está associada a melhores salários e maior empregabilidade, mas estes diplomados têm também maior facilidade em encontrar um emprego que lhes permita trabalhar a partir de casa, segundo um relatório divulgado a 29 de setembro.
A maioria dos jovens que não consegue concluir o ensino secundário em, pelo menos, cinco anos acaba por desistir dos estudos, segundo um relatório divulgado no dia 29 de setembro que destaca, ainda assim, o progresso de Portugal na escolaridade obrigatória.
Os diretores escolares pediram, no dia 29 de setembro, mais técnicos especializados e mais participação das famílias para travar o aumento dos crimes nas escolas, que dizem ser reflexo de uma sociedade cada vez mais agressiva e menos tolerante.
Portugal conseguiu, no dia 27 de setembro, a sua melhor participação de sempre no WorldSkills (Mundial das Profissões), em Xangai, com os 10 jovens da seleção nacional distinguidos nas sete áreas em que competiram, incluindo uma medalha de prata.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação acaba de contratualizar a abertura de 1036 vagas com Universidade Aberta, Universidade de Lisboa, Universidade Politécnica de Beja e Universidade Politécnica de Setúbal, para a profissionalização em serviço de professores.
O Governo da Madeira atribuiu este ano um apoio de 55 mil euros ao ISOPlexis – Centro de Agricultura Sustentável e Tecnologia Alimentar que está integrada na Universidade da Madeira. Esta verba representa um reforço de 10% face a 2025, revela o secretário da Agricultura e das Pescas.